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Philippe Zandarin Advogados

Planejamento previdenciário

Simulação das regras aplicáveis, comparação de valores e o que fazer antes de dar entrada.

Quem tem direito

Quem está a alguns anos da aposentadoria e quer saber a data e o valor em cada regra, ou quem contribui por conta própria e precisa decidir quanto e como contribuir daqui para a frente.

Não é promessa de valor: é um estudo do CNIS com as regras da lei, revisado quando a lei muda.

O que o estudo analisa

Todos os vínculos e salários do CNIS; períodos a averbar (rural, especial, militar, atrasos); as regras de transição que se aplicam e a data em que cada uma fecha; o valor estimado em cada uma; o impacto de contribuir mais tempo ou por valor maior; e o que precisa ser corrigido antes do pedido.

Prazos que importam

2 a 5 anos
antes da data prevista é o momento mais útil para o estudo, quando ainda dá para ajustar contribuições.
1 vez por ano
vale reconferir o CNIS: vínculos somem e salários entram errados.

Documentos que fazem diferença

  • Extrato do CNIS com remunerações
  • Carteiras de trabalho e CTC, se houver
  • PPP de períodos especiais
  • Guias de contribuição de autônomo

O que costuma dar errado

Confiar só no simulador do Meu INSS, que não corrige o CNIS. Contribuir por valor alto perto do fim sem verificar se muda a média. Aposentar-se na primeira regra que fecha quando outra, meses depois, paga bem mais.

Por onde começar

Baixe o CNIS no Meu INSS e traga as carteiras; o escritório devolve um quadro com as regras, as datas e as pendências.

Fontes

EC 103/2019, arts. 15 a 20 e 26; Lei 8.213/1991, arts. 29 e 55; Decreto 3.048/1999; Provimento 205/2021 do CFOAB (sem promessa de resultado).

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